quarta-feira, 20 de março de 2013

Hemobartolonelose



A Hemobartonelose é uma doença infecciosa que acomete tanto cães como gatos (Haemobartonella canis e Haemobartonella felis). Causada por bactérias carregadas por parasitas como: carrapatos, pulgas, piolhos e, às vezes, certos mosquitos que estiverem contaminados. Esta bactéria invade as células vermelhas do sangue causando sua destruição.

Os sintomas são: apatia, prostração, febre, esplenomegalia (aumento do baço), mucosas descoradas e ictéricas (amareladas) e perda de peso decorrente da redução do apetite, que se desenvolvem em função de um quadro anêmico que a doença provoca.

Porem, em muitos animais, a doença pode ser assintomática (doença que não apresenta sintomas, pelo menos nos estágios iniciais), mesmo se o animal é portador do agente.

O diagnóstico é realizado através do histórico de infestação por parasitas (maioria das vezes) e concluído por exame de sangue.

Quanto ao tratamento, o próprio organismo pode ativar o sistema imunológico e combater a infecção, caso contrário, é necessário entrar com antibióticos e terapia de suporte com hidratação, alimentação endovenosa, vitaminas, etc. 


Deve-se evitar a internação, pois, em felinos particularmente, o estresse que passam por estarem longe de seus proprietários e do ambiente ao qual estão acostumados tende a agravar o quadro da doença.

Nos casos mais graves, em que surgem outras doenças em conjunto com a Hemobartolenose e os sintomas se agravam, um tratamento mais criterioso será necessário. No entanto, aqueles animais que apresentam outras doenças associadas ou um sistema imunológico deprimido, por inúmeros motivos, incluindo o estresse ou tratamentos prolongados com corticosteroides (anti-inflamatórios hormonais que podem deprimir o sistema imunológico, por exemplo, em quadros de alergia) os sintomas da doença se intensificam e aumentam a possibilidade de óbito.

Conseguida a cura clínica, essa doença pode recidivar no futuro ou não, dependendo do micro-organismo encontrar condições favoráveis (imunodepressão) de seu hospedeiro (animal), não ocorrendo desta forma uma cura total e completa, tornando-se portadores para o resto da vida.

Quanto à prevenção, não há imunização específica para esta doença, ou seja, não se têm vacinas, no entanto, um bom controle de parasitas no animal e seu ambiente, associado a uma vida com qualidade, ou seja: com boa alimentação, controle de parasitos intestinais, entre outros e utilização de medicamentos sempre prescritos por profissionais habilitados são importantíssimos para que o animal diminua a possibilidade de contágio do micro-organismo e também tenha um sistema imunológico ativo.


Para prevenção:

Para evitar a Hemobartolonelose e outras doenças a indicação são os cuidados no controle de parasitas.

Paracanis auxilia no controle de ecto, endo e hemoparasitas nos cães... e Parafelis é indicado com a mesma excelencia para os gatos.

Esses produtos são homeopáticos, não deixam resíduos, não apresentam reações adversas, nem contra indicações, podendo ser fornecidos aos animais em qualquer fase da vida: idosos, adultos, fêmeas prenhas, nutrizes e filhotes.

Esses produtos são encontrados em:   http://www.petboutiquemacherie.com.br/ecommerce_site/categoria_2000_9403_Homeopatia

Adriane
 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Artrose em animais de estimação



Artrose

A Artrose é um problema que acomete na maioria das vezes, os cães e gatos idosos. Quando envelhecem, as articulações vão se desgastando e causando deformidade nas extremidades dos ossos, e levando à perda de cartilagem, o que causa muita dor.
O resultado é que ao se levantar, estando muito tempo parado ou em dias frios, o animal sente uma fisgada e pode até mesmo vir a mancar. Diante desse alerta, é muito importante conversar com o veterinário, que com uma radiografia, poderá detectar a artrose em seu estágio inicial.
O diagnostico precoce, faz total diferença, pois as articulações desgastadas não podem ser repostas, mas sim, é possível conservar as que estão saudáveis, e assim controlar a dor.
Para que a artrose não progrida, são indicados medicamentos específicos e fisioterapia.
A acupuntura entra como complemento, para reduzir a dor. Para prevenir ou contornar esse mal, é importante que o dono estimule diariamente o animal a se locomover.
Mas atenção: Os limites do animal devem ser respeitados, não o force a fazer exercícios.

Os sintomas de que o animal pode estar sofrendo alterações articulares, são fáceis de perceber:

Ele pode andar mancando e cambaleando, alterando a postura.
Apresentar falta de ânimo para brincar e lentidão para se locomover e até mesmo dificuldade para fazer xixi ou evacuar.


Astros é um produto homeopático que diminui a dor e o desconforto causado por alterações articulares (artrite e artrose) de cães e gatos.

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Adriane

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Gatos Persas soltam pelos sim!!!


Principalmente nessa época do ano aqui onde moramos (Brasil), em que o calor está excessivo, a troca de pelagem nos persas é mais frequente...

Então, Não acredite se alguém te disse o contrário tentando te vender um gato.

Porém, é possível se amenizar a questão se houver cuidados como:

- Banhos semanais (não banhar com água quente e nem secar com jato de ar quente)...
- Escovações diárias
- Boa alimentação
- Água de beber sempre limpa (filtrada ou mineral... ou até mesmo fervida e lógico resfriada antes de servir).
- Ambiente com boa circulação de ar
- Condicionamento de ar
- Cuidados com a imunidade (em caso de baixa imunidade, geralmente aparecem os problemas de pele)...

Além de:

- Higiene nos ambientes (considere a opção de não usar em casa os sapatos que vão as ruas)
- Vacinas
- Vermifugação/desparasitação
- Limpeza dos olhos
- Limpeza das orelhinhas
- Corte das unhas

E como tudo na vida que vale a pena é preciso dedicação e cuidados, ao optar por ter um persa, saiba que estará para compartilhar de uma das melhores companhias que pode existir, sem contar na imensa satisfação que se pode ter em admirar uma obra de arte.

Abraços
Adriane  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Otite é a inflamação do duto auditivo






Otite é a inflamação do conduto auditivo. É um problema muito comum nos animais, porém quando não diagnosticado ou tratado corretamente, pode leva-los até mesmo à surdez.

Existem diversas causas de otite. Dentre elas, destacam-se: produção excessiva de células de descamação, associada à presença de bactérias, fungos e ectoparasitos, tais como Demodex canis e Otodectes cynotis.

O diagnóstico é feito primeiramente pelo proprietário, que observa a alteração de comportamento do animal, principalmente pelo fato do intenso prurido (coceira) que o animal demonstra.

 Alguns animais podem deixar de se alimentar e até mesmo ficar agressivos quando o proprietário encosta nas orelhas, em virtude da dor.
Outros sinais clínicos incluem o odor fétido, dor e a presença de secreção.

No consultório veterinário, o animal deve ser examinado com auxílio de um otoscópio (aparelho utilizado para enxergar o interior do conduto auditivo), onde é possível identificar a presença de alguns ácaros (O. cynotis) e avaliar a integridade da membrana timpânica. Esse procedimento é essencial, antes de se prescrever qualquer medicamento ao animal.

O exame citológico é primordial para o tratamento da doença, mas ainda, poderá se solicitar o exame de cultura e antibiograma, para maior segurança e eficácia do tratamento, porém, somente após a realização do exame citológico que indique a presença de bactérias.

Não se deve introduzir nada no conduto auditivo de seu animal, isso inclui cotonetes e pinças com algodão!

Existem produtos utilizados para auxiliar a retirada dos pelos auriculares. Isso é terminantemente prejudicial aos cães, principalmente nos animais com otite. 

A utilização de agentes terapêuticos se faz necessária, seja por via tópica (pingando o produto diretamente no conduto auditivo), ou por via sistêmica (administrando por via oral ou pela via subcutânea ou intramuscular). Nos casos mais graves, a técnica de lavagem otológica que tem por finalidade a diminuição dos agentes no conduto auditivo se faz necessária. Nos casos crônicos, infelizmente a única opção do tratamento é a realização de uma cirurgia (ablação de conduto auditivo), pois muitas vezes encontramos estenose (diminuição) do conduto auditivo.

Durante o banho dos animais, devemos sempre colocar algodões nos condutos auditivos, para evitar a entrada de água, evitando um ambiente ideal para proliferação de bactérias e fungos. Por mais que você não deixe cair água ou não molhe a cabeça do animal, o risco de entrar uma pequena quantidade ainda é grande.


Ao qualquer sinal de otite, procure imediatamente o seu Médico Veterinário!


Segue outra dica:



Se a Otodécica é causada por ectoparasitos, o Homeopet Paracanis é indicado para ser fornecido ao animal... Paracanis é extremamente seguro, pois é 100% natural, não deixa resíduo, não tem contra indicação, nem reações adversas... podendo ser administrado para animais em qualquer fase de vida como: idosos, adultos, fêmeas gestantes, nutrizes e filhotes.

Aqui, usamos em 6 gatos e o resultado foi fantástico, resolveu e não tivemos mais as recidivas que aconteciam na época do uso da alopatia.

Experimente e comprove você também...





A saúde bucal dos animais...




Mau Hálito

Se seu cão ou gato tem mau hálito, a saúde bucal dele pode não estar bem. Nesse caso, uma avaliação por um médico veterinário é muito importante.
Se possível, um veterinário especialista em odontologia pet, que poderá avaliar se existe o problema e quais os procedimentos de tratamento. 

Depois dos cinco, seis anos, grande maioria dos animais tem doenças periodontais que são responsáveis pelo mau hálito constante e em alguns casos é possível se notar uma área mais avermelhada nas gengivas, ou até mesmo pequenos pontos de sangramento... são indícios de que o tártaro se acumulou nos dentes e está causando a  gengivite.
São sintomas das doenças periodontais, provocadas pelo acúmulo de tártaro e placa bacteriana nos dentes e se não tratado, é possível que o animal acabe perdendo os dentes, ou em casos mais graves, microrganismos podem atacar órgãos vitais como coração, rins e fígado.

Nos casos em que o tártaro já se instalou, o procedimento deve ser o tratamento, que consiste em raspar as gengivas e polir os dentes, é a limpeza de tártaro, que deve ser feita de forma cirúrgica.

Profilaxia

Para a prevenção, a escovação dos dentes é indicada que pode ser feita com uma dedeira com cerdas e creme dental específicos para animais, disponíveis nas clinicas veterinárias e Pet Shops com sabor de carne, frango que em geral são muito bem  aceitas.

O processo de escovação deve ser feito como uma brincadeira entre você e seu cão ou gato. Fale sempre em tom agradável e para habituá-lo a ter a escova na boca, permita que ele lamba um pouco da pasta ou de algum alimento que ele goste bastante como ração úmida. Comece por escovar os dentes da frente e conforme ele for ficando mais confortável, estenda a operação para o restante dos dentes.

Além disso, quando for apresentar a escova e a pasta dental, recompense com um petisco. Dessa forma, o animal associará o momento da limpeza a um momento agradável.



Existem também algumas rações especificas de boa qualidade que são indicadas para combater o tártaro dos dentes em apoio à escovação.


Entre as raças mais predispostas a ter halitose estão:

 Yorkshire

 Cocker spaniel

 Poodle

 Maltês

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Mitos e verdades sobre doenças transmitidas pelos animais ao homem




Muito se fala sobre as doenças que são transmitidas pelos animais de estimação, mas nem todas elas são verdadeiras. Confira alguns mitos e verdades sobre doenças transmitidas ao homem.

A mordida e a baba do cachorro transmitem a raiva?
Parcialmente correto. Os animais com hidrofobia (ou raiva) salivam muito por não conseguirem engolir a própria saliva. Apesar de a doença ser transmitida através da mordida, apenas os animais infectados transmitem a raiva. A maioria dos cães não é portadora do vírus, principalmente os que possuem a vacina em dia.

Cachorro que corre em volta do rabo é louco ou está com hidrofobia?
Errado. Esse comportamento pode ser provocado por costume, por um ataque convulsivo ou mesmo por estresse, mas não indica que o animal está infectado pela raiva.

O gato transmite alguma doença para mulheres grávidas?
Parcialmente correto. Gatos e pombos podem transmitir toxoplasmose para as pessoas, mas precisam estar infectados para tanto. Os gatos domésticos podem contrair toxoplasmose através da carne crua ou pela ingestão de pombos e outras aves. Sem apresentar sinais clínicos da doença, a transmissão é feita pelas fezes. As grávidas que contraírem toxoplasmose poderão ter sérios problemas com o feto.

Cachorro na praia transmite doenças?
Parcialmente correto. Se o cão estiver com vermes e defecar na areia, os ovos microscópicos dos parasitas se transformarão em larvas, e essas, por sua vez, podem penetrar na pele  dos banhistas causando o chamado “bicho geográfico”. Os cães vermifugados não transmitem as larvas.

Gatos transmitem asma para as pessoas?
Errado. Asma, bronquite, bronquite alérgica, bronquite asmática ou asma brônquica são doenças alérgicas não transmissíveis. Crianças ou adultos portadores de asma podem ter crises ao entrarem em contato com os pelos de gatos e outros animais. A pelagem ou os ácaros presentes nela são os responsáveis pelas crises.

Fonte: Mulher de Classe
Adaptado por Assessoria de Imprensa Real H

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Carrapatos – como combater e prevenir as infestações


Cada fêmea pode colocar de 200 a 3000 ovos por dia.



Fique por dentro de algumas dicas de como combatê-los.

Os Carrapatos, além de causarem grandes transtornos e desconforto, também transmitem doenças para os animais e para o homem.
Por isso, saber como combater carrapatos de forma eficaz é importante não apenas para garantir a saúde do seu cão, mas também a da sua família.
Os carrapatos, tanto os machos quantos a fêmeas se alimentam de sangue (são hematófagos) e os mais comuns nos cães são da espécie Rhipicephalus sanguineus (conhecido como carrapato-vermelho-do-cão), porém o cão também pode ser parasitado por outras espécies, como o Amblyomma (carrapato estrela) encontrado em áreas rurais ou matas.




O ciclo de vida dos carrapatos, independentemente da espécie, possui três fases: larva, ninfa e adulto, onde cada fêmea pode colocar de 200 a 3000 ovos por dia.

Os carrapatos não ficam o tempo todo fixados ao animal. Para colocar os ovos e para fazerem as mudas, eles deixam o cão e vão para o ambiente. É comum ver carrapatos saírem do animal e subirem nas paredes ou para gramas e plantas. Isto ocorre porque quando deixa o cão que estão parasitando sobem para locais mais altos, para encontrar e se fixar em um novo hospedeiro que esteja passando pelo local.
Os carrapatos causam diversos problemas ao animal enquanto se alimentam. Nos cães, causam coceira, incômodo, e também podem causar anemia e transmitir doenças que podem ser fatais, como a Babesiose e a Erliquiose, conhecidas como “doenças do carrapato”.
Devido ao seu ciclo de vida, um único carrapato pode parasitar vários hospedeiros diferentes, entre animais e seres humanos. Isto aumenta as chances de transmissão de doenças, pois uma vez que ele se alimente do sangue de um animal infectado, transmitirá o agente etiológico da doença para os demais hospedeiros que irá parasitar. Além dos cães, os carrapatos podem transmitir agentes que causam doenças graves nos humanos, como a Febre Maculosa e a Doença de Lyme.

A Doença de Lyme é causada por uma bactéria e para transmitir a doença, é preciso que o carrapato fique grudado à pele por pelo menos 24 horas. A manifestação da doença, de forma geral, ocorre entre 3 e 32 dias após a exposição aos carrapatos. Porém, é muito difícil definir um período para o início dos sintomas, porque existem casos em que eles aparecem até anos mais tarde.
A Doença de Lyme caracteriza-se, em sua fase inicial, por uma mancha vermelha (eritema) ao redor da área picada e essa mancha se espalha por todo o corpo conforme ela se agrava.
Os sintomas podem ser mal-estar, febre, dor de cabeça, dor muscular e nas articulações, que podem durar várias semanas ou mais, o que leva a doença de Lyme a ser constantemente confundida com reumatismo e febre reumática.

Então, a prevenção da infestação e o combate aos carrapatos são as melhores maneiras de impedir que essas doenças ocorram.
Porém, se a infestação for grande, é imprescindível o uso de carrapaticida no ambiente onde vive o cão. O uso de carrapaticida no ambiente é o principal método de controle.

Existem no mercado diversos produtos eficientes para se combater carrapatos, para serem usados no ambiente, principalmente dentro das casinhas, paredes, muros, portões e no chão, com atenção especial para as frestas que costumam abrigar grande número de carrapatos em diversos estágios do seu ciclo de vida.
É necessário retirar o cão para aplicá-los no ambiente porque esses produtos podem causar intoxicação. As camas, cobertores e acessórios devem ser bem lavados para retirar qualquer carrapato que tenha se alojado.
Pode ser necessário que o produto escolhido, seja aplicado semanal ou quinzenalmente, para matar todos os carrapatos.

O combate às infestações de carrapatos é um trabalho que exige paciência e persistência, podendo demorar semanas até que o problema seja resolvido e os carrapatos, eliminados.


Agora vamos falar sobre o tratamento do pet...

Entre os produtos usados no cão há a Ivermectina, a Selamectina, o Amitraz, os Piretróides, o Fipronil entre outros.
Nos casos de animais com pêlos longos, recomenda-se a tosa para facilitar o tratamento. É preciso cuidado na escolha e aplicação desses produtos e eles só devem ser usados sobre prescrição e orientação do médico veterinário, pois alguns deles podem causar intoxicação. No caso da ivermectina, seu uso é contraindicado em algumas raças, como Collie, Pastor Alemão, Pastor de Shetland, Pastor Australiano, Setters, Old English Sheepdog e seus cruzamentos... mas todos, independente de raça, podem sofrer intoxicação de algum grau.
 Também é contraindicado o uso da maioria dos carrapaticidas em filhotes, gestantes e fêmeas em lactação.
Para a prevenção, deve-se aplicar regularmente no cão um produto com boa ação residual (de 3 a 4 semanas), e/ou usar coleiras carrapaticidas. Impedir o acesso do cão a áreas onde existam cavalos, bois e animais silvestres é uma boa prática para evitar a infestação acidental por outras espécies de carrapatos. Se não for possível, aplique um carrapaticida no seu cachorro, antes ou depois do passeio. 


E a novidade?

Em relação aos carrapaticidas, quase todos os criadores e proprietários de pets, sabem a respeito deles, eficiência e riscos.
E todo que já precisaram fazer uso de um carrapaticida tem suas histórias, suas experiências para contar.
Mas a grande novidade no combate e prevenção não só de carrapatos, mas também de outros parasitas, é o Paracanis.
Paracanis é um medicamento homeopático, sem resíduos, sem risco de intoxicação, sem reações adversas e muito eficiente.
Paracanis não é veneno, ele age criando resistência no animal em que a fixação dos parasitas fica impossível, e o ciclo dos parasitas é interrompido.
Paracanis é seguro para ser fornecido em qualquer fase de vida do animal, seja para adultos, idosos, fêmeas gestantes, nutrizes e filhotes.
Experimente fornecer Paracanis aos seus pets, você não vai se arrepender.


www.petboutiquemacherie.com.br
contato@gatilmacherie.com.br